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PIB, segundo FGV, Fiesp, CNI e FecomercioSP


PIB deve fechar o ano em 1,5%, diz professor da FGV

De acordo com dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (31), o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 0,4% % no segundo trimestre deste ano ante o primeiro trimestre. Em relação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 0,5%.

Segundo o coordenador do CEMAP-EESP-FGV e professor da Escola de Economia da FGV-SP, Emerson Marçal, o resultado era o esperado. “O comportamento da indústria, dos investimentos e das exportações foram bem negativos no segundo trimestre o que levou ao número tímido do PIB. Os demais setores tiveram um comportamento positivo”.

Marçal afirma ainda que o PIB deve fechar o ano de 2012 em cerca de 1,5%. “O setor externo deve contribuir para reduzir o crescimento do PIB neste segundo semestre por conta da menor taxa de crescimento das exportações líquidas, efeito da crise econômica internacional. Mas, o consumo das famílias deve manter a tendência de crescimento dos últimos anos”.

Para o próximo ano, Marçal acredita que as “medidas de estímulos fiscais e monetários feitas recentemente devem gerar efeitos positivos sobre a atividade econômica. Mas, medidas para aumentar a taxa de crescimento de longo prazo da economia brasileira são sempre bem vindas”.

Fiesp: PIB fraco já era esperado  

IBGE divulgou hoje PIB do segundo trimestre, que registrou crescimento de apenas 0,4%  

“Os números só comprovam o que a Fiesp e o Ciesp vem falando desde 2011: este é um ano de fraco desempenho da economia e retração para a indústria. O resultado do PIB está alinhado com nossas expectativas, que era exatamente 0,4%”, afirma Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

Com os resultados divulgados hoje dos números do segundo trimestre do PIB, a Fiesp fez novas projeções para 2012. “O crescimento do PIB para este ano será de apenas 1,4%. Já a indústria de transformação cairá 2,6%, isso só mostra o quanto o setor está atingido e que não temos mais tempo reverter este cenário”, revelou Skaf

Fraco desempenho também será sentido no emprego industrial, que encerrará o ano com queda de 2,2%.

Segundo o presidente da Fiesp, esse deve ser um momento de reflexão. “Chegamos num ponto em o governo precisa ter coragem para transformar intenções em ações em prol da competitividade, da produção e do crescimento do Brasil. É hora de seguir firme com a queda dos juros, manter o câmbio acima de dois reais, reduzir os custos de gás, da energia, o peso da burocracia, dos tributos e melhorar a infraestrutura do país”.

CNI: Economia vai se recuperar no segundo semestre

Presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirma que as medidas adotadas pelo governo, como a redução dos juros e as desonerações tributárias, reanimam a indústria

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse nesta sexta-feira, 31 de agosto, que a economia brasileira vai se recuperar no segundo semestre. “Os números do primeiro trimestre foram desanimadores. Mas isso é passado”, afirmou Andrade. “Enfrentamos muitas dificuldades. Mas as políticas que o governo tem adotado, como a redução dos juros e as desonerações tributárias e da folha de pagamento, fazem parte de um plano para que a indústria brasileira se recupere”, destacou ele, ao comentar os números do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o presidente da CNI, os efeitos das medidas adotadas pelo governo serão sentidos nos próximos meses. “A nossa expectativa é que a indústria cresça entre 1,5% e 1,7% em 2012”, estimou Andrade, na saída de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. A CNI revisará as projeções para o crescimento do PIB e da atividade industrial. As novas estimativas serão divulgadas em meados de setembro.

Conforme dados do IBGE, o PIB do país cresceu 0,4% no segundo trimestre frente ao período imediatamente anterior. Com isso, o crescimento da economia acumulado nos últimos quatro trimestres foi de apenas 1,2%. O PIB industrial recuou 2,5% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior, puxado pela retração da indústria de transformação. Nos últimos quatro trimestres, o PIB industrial acumula uma queda de 0,4%.

FecomercioSP: Falta de Poupança e baixo nível de investimento estão limitando o crescimento do PIB  

A entidade projeta um segundo semestre mais aquecido, mas destaca que as taxas de investimento e poupança precisam avançar para proporcionar um crescimento sustentável do PIB

O crescimento de 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2012 preocupa, principalmente por indicar um crescimento anual abaixo dos 2%. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o resultado pouco expressivo se deve a baixa taxa de investimento e a falta de poupança no Brasil, que, a rigor, limitam a nossa capacidade de crescimento.

No último trimestre, o País apresentou taxa de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) de 17,9% do PIB e a poupança interna foi de, somente, 16,9% do PIB. Taxas que, de acordo com a Assessória Técnica da FecomercioSP, não permitem um crescimento muito superior a 1,5% ou 2% ao ano.

Ainda segundo a Assessoria Técnica da FecomercioSP, para que o Brasil tenha um crescimento sustentado de, aproximadamente, 5% ao ano, teria que elevar os níveis de poupança e investimento para, no mínimo, 25% do PIB. Um avanço de 50% no patamar atual. A mudança, contudo, levaria ao menos uma década para ser concluída.

Mesmo frente a este cenário, a FecomercioSP acredita em um segundo semestre mais aquecido, graças, principalmente, aos estímulos fiscais do governo e as constantes quedas de juros. Com isso, a FecomercioSP projeta que no fim de 2012 a economia nacional esteja rodando mais rapidamente, com ritmo de crescimento ao redor de 4% ao ano. O que deve puxar o PIB anual para cima. O ritmo, entretanto, não poderá se sustentar por muito tempo, não enquanto o ambiente de negócios e as condições de investimento não forem radicalmente alteradas.

Sobre a FecomercioSP - A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Responsável por administrar, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes e congrega 153 sindicatos patronais que respondem por 11% do PIB paulista - cerca de 4% do PIB brasileiro - gerando em torno de cinco milhões de empregos




Publicado em: 05/09/2012         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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