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Exportação: métricas e indicadores contribuem na tomada de decisão?


Por: Maurício Piccinini

“Exportar ou morrer”. O brado dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva ainda ecoa no meio empresarial, gerando reflexões e desejos de internacionalizar o país e as empresas cujo potencial produtivo e de investimentos dependem da visão clara da corrente de comércio mundial. As exportações representam extraordinária alavanca do desenvolvimento. Se o setor exportador vai bem, a economia agradece e gera renda e empregos. Além disso, expõe o Brasil a um nível elevado de competição – o que é extremamente saudável para a indústria nacional, na medida em que é obrigada a se modernizar para conquistar novos mercados.

Medir a corrente de comércio do Brasil e a corrente de comércio mundial pode ser uma boa maneira de amparar a decisão de exportar imediatamente ou adequar a empresa para essa empreitada. O objetivo de exportar pode ser alcançado, mesmo nestes tempos de globalização e de acirrada competição nos negócios, por meio da extração rápida e precisa – e, por que não dizer, cirúrgica – de informações, com o propósito de criar dimensões, medidas e visões estratégicas para a tomada de decisões sobre mercados-alvo, produtos, logística etc. A análise e a interpretação correta dos dados proporciona uma visão holística da corrente de comércio mundial.

Nesse cenário, parece essencial disseminar a cultura da análise estratégica de dados. Em especial, daquelas informações provenientes dos mercados externos por meio do conceito revolucionário de Business Intelligence. Infelizmente, ainda há muitas empresas adquirindo bancos de dados a um custo exorbitante para, em seguida, concluírem que se tratou de um investimento frustrado. A “sopa de letras” não produziu a visão estratégica que se imaginava imprescindível à prosperidade da empresa.

Diferentemente do senso comum, o conceito de Business Intelligence não é novo. Nações proeminentes e outros povos do Oriente utilizavam esse princípio há milhares de anos, quando cruzavam informações obtidas do ecossistema em benefício próprio. Observar e analisar os períodos de seca e de chuvas, o comportamento dos animais, a posição dos corpos celestes, por exemplo, eram formas de obter e utilizar informações para tomar decisões que permitissem proporcionar uma vida melhor para os povos e aumentar a prosperidade.

Muita coisa mudou com o passar do tempo, mas o conceito permanece o mesmo. A necessidade de cruzar informações para realizar uma gestão empresarial eficiente é, hoje, uma realidade tão verdadeira quanto foi no passado descobrir se as mudanças climáticas resultariam numa boa colheita ou se o ciclo das marés propiciaria uma pescaria mais abundante. Mais um exemplo: no final do século 16, a Rainha Elizabeth I, visando ocupar territórios conquistados, determinou que a base da força inglesa fosse “informação e comércio”. Sendo assim, solicitou ao filósofo Francis Bacon que inventasse um sistema dinâmico de informação que foi amplamente aplicado pelos ingleses.

O crescente interesse pelo BI se deve à constatação de que seu emprego possibilita às corporações realizar uma série de análises e projeções, de forma a agilizar os processos relacionados às tomadas de decisão. Corporações de pequeno, médio e grande porte necessitam do BI para auxiliá-las nas mais diferentes situações para a tomada de decisão, e ainda para otimizar o trabalho da organização, reduzir custos, eliminar a duplicação de tarefas, permitir previsões de crescimento da empresa como um todo e contribuir para a elaboração de estratégias. Não importa o tamanho da empresa, mas a necessidade do mercado. A maioria dos analistas enxerga a aplicabilidade eficiente do BI em todas as empresas, inclusive naquelas que apresentam faturamento reduzido, desde que analisado o fator custo/benefício.

No Brasil, soluções de Business Intelligence estão em bancos de varejo, em empresas de telecomunicações, seguradoras e em toda instituição que perceba a tendência da economia globalizada, em que a informação precisa chegar de forma rápida, precisa e abundante porque a sobrevivência no mercado será medida pela capacidade de “gerar conhecimento”. Mais do que isso: somente quem fizer uma boa gestão do conhecimento irá fundamentar políticas e estratégias corporativas.

O retorno que se espera de um sistema de BI depende das prioridades de cada empresa. As ferramentas de BI continuam evoluindo, já que o mercado possui enorme potencial de crescimento. A velocidade imposta pelos negócios na Web exige que se dê a quem decide toda disposição e autonomia para agir. O Gartner Group, do mesmo Howard Dresner que deu nome ao BI, reconheceu que 2011 foi marcado por uma mudança na visão da aplicabilidade dos software. O que se pode imaginar para o futuro, inclusive dos negócios internacionais, é muito menos o que podemos chamar de ferramentas e muito mais o que o mercado competitivo necessita com urgência: soluções.

*Maurício Piccinini é Gerente de Negócios da UNIONE.  A Unione atua nacional e internacionalmente na área de TI, atendendo cerca de 180 clientes ativos – de uma carteira com mais de 600 instituições de médio e grande porte já atendidas. Com sede em Alphaville e filiais em Campinas e Rio de Janeiro, a empresa tem forte presença no setor de serviços, telecomunicações, varejo, mercado financeiro, mineração, indústria de processos, de manufatura discreta, alimentícia e farmacêutica.




Publicado em: 03/09/2012         Fonte: Revista Incorporativa         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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