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Exame de suficiência, o que pensam os universitários?


Por: Leandro P. da Silva



Com a Lei 12.249/2010 passou a vigorar a obrigatoriedade dos Bacharéis em Ciências Contábeis e concluintes do curso Técnico em Contabilidade em submeter-se ao Exame de Suficiência, exame esse que já havia sido implantado no ano 2000 e vigorou até o ano de 2005, foi suspenso devido a sua criação ter sido por uma resolução do Conselho Federal de Contabilidade e não por Lei.

O Exame vem com o intuito de trazer mais reconhecimento para classe contábil, onde dessa forma recebe o título de contador os concluintes do curso de Ciências Contábeis que forem aprovados no Exame de Suficiência, e assim seja requerido o registro no Conselho Regional de Contabilidade, outro ponto que reforça a aplicação do Exame é travar a grande quantidade de bacharéis que vêm sendo formados por algumas Instituições de Ensino que estão mais preocupadas com a parte financeira ao invés da parte acadêmica, e acabam por formar “profissionais” que apenas ostentam um diploma, mas que não tem condições de oferecer os serviços mínimos para se exercer tal profissão, que nos dias atuais tem sido valorizada pelo mercado globalizado.

Na teoria é isso que o Exame de Suficiência nos apresenta, porém na prática de acordo com a visão dos estudantes da classe, a situação muda um pouco de figura, pois aos olhos do corpo dicentes o Exame não está alcançado o seu objetivo que é o reconhecimento, a melhoria e aprimoramento da classe contábil.

Claro que não podemos mensurar o nível de conhecimento e competência de um contador por uma avaliação, que envolve diversos fatores, porém a forma que o Exame está sendo conduzido nos mostra um pouco de descaso, haja vista que a nota de corte é extremamente baixa para uma profissão que está em grande ascensão nos dias atuais em razão da adequação as normas internacionais (Lei 11.941/09) e que não resguarda a sociedade de profissionais precariamente preparados.

Fazendo um comparativo com um exame semelhante o da “OAB”, podemos ver a diferente tratativa, para se conseguir o direito de exercer a profissão os advogados passam por duas fases com nível alto de exigência, e por ter esse nível alto de dificuldade quando aprovados sentem orgulho, e tem reconhecimento da sociedade, já o exame de suficiência, a sociedade mal sabe que ele existe.

*Leandro P. da Silva é sócio diretor da empresa Silva e Brossi Assessoria Contábil, esta cursando o último semestre do curso de Ciências Contábeis na Universidade Nove de Julho e foi aprovado na última edição do Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade.

 




Publicado em: 27/08/2012         Fonte: Leandro P. da Silva         Postado por: Equipe Essência Sobre a Forma

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