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Especialista: Nilton Facci

Mestre em Contabilidade, Planejamento Empresarial e Planejamento Tributário na Universidade Estadual de Maringá.

Especialidade: Ensino Contábil

Entrevista concedida em: 23/01/2012

Entrevistador: Ronnie de Sousa
Contador, graduado pela Universidade Nove de julho; Auditor Interno, formado pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil; Sócio fundador do Portal Contábil Essência Sobre a Forma; Participação em mais de trinta cursos na área contábil, fiscal e financeira; Nove anos de experiência na área contábil, fiscal e controladoria.

[Ronnie de Sousa] Qual sua opinião sobre os cursos de bacharelado em ciências contábeis?  

[Nilton Facci] Resposta com vários enfoques. Na ótica do professor, existe o ato de ensinar, quase sempre de qualidade. No entanto, o comportamento do aluno não é o que esses professores desejam. O aluno ainda continua passivo, no sentido de praticamente não participar como elemento atuante em seu próprio processo de aprendizagem. Para esses alunos uma boa aula é aquela em que o professor enche o quadro com resoluções de exercícios, para que  possam copiar, tentar repetir em momentos antes da avaliação escrita, e também repetir nessa mesma avaliação. Como entendo que esse comportamento parece ser semelhante em praticamente todos os cursos de bacharelado em ciências contábeis, é possível considerar que alguns conseguem milagres. Evidente que existem ótimos resultados. Basta verificar quantos estão à busca de pós-graduação em mestrado, com vários tentando o doutorado. Essa avaliação, na ótica dos alunos, me parece pouco positiva. Muitos alunos reclamam de professores com quase nenhuma experiência no mercado de trabalho, atuando como contador de empresa. Esses alunos entendem que professores que “só dão aula” quase nada tem a contribuir. Outro aspecto importante é a facilmente perceptível pouca maturidade dos alunos que entram no curso. São pessoas com 18/19 anos, que ainda não percebem a diferença entre segundo grau e curso superior específico para uma dada profissão. Essa pouca maturidade prejudica a aprendizagem em conhecimentos, embora importantes para a pessoa e não somente para a profissão contábil, são relevantes na formação da pessoa, tais como sociologia, psicologia e filosofia. Além disso, essa pouca maturidade não consegue perceber a importância de conhecimentos em matemática e português. Poucos entendem que, para ser um bom profissional contábil, precisam conhecer “até contabilidade”. Vejo claramente que o objetivo de qualquer curso superior, inclusive o de bacharel em ciências contábeis, é colocar à disposição da sociedade pessoas com o título específico. Se essa pessoa vai se tornar profissional contábil, ou não, não é escolha ou objetivo do curso. Com certeza, todos que hoje são profissionais contábeis, em toda a extensão da palavra, perceberam claramente que somente com os conhecimentos adquiridos durante o curso é insuficiente. Buscaram acrescentar outros, em vários âmbitos, dependendo de suas escolhas. Outro aspecto que reforça esse pensamente é o fato de que muitos que buscam o curso de bacharel em ciências contábeis o fazem para ter conhecimentos necessários para concursos públicos. Também muitos buscam para complementar aspecto da profissão que atuam. Esse fato é facilmente percebido nas instituições privadas, nas quais existem alunos com uma formação superior, e até pessoas que já são empresários. Evidente que sempre são necessárias análises sobre os processos de ensino, para que a aprendizagem seja cada vez melhor, considerando que essa “fábrica” não pode ser comparada a outros processos industriais. Nessa “fábrica”, a “matéria-prima”, ao contrário de outras, não se desgasta e nem torna-se, fisicamente, outro produto. Também essa “matéria-prima” precisa compreender que sua atuação é um dos principais fatores que permitem que o processo de aprendizagem seja o melhor possível, de acordo com os níveis de conhecimentos e participações próprias. Essa “matéria-prima”, ao contrário de outras, deveria ser o principal elemento ativo no processo, até mesmo o conduzindo. Talvez esse seja ainda um sonho, mas quem sabe?.

 

[Ronnie de Sousa] Qual o perfil desejado de um professor de contabilidade?

[Nilton Facci] Que perceba sua importância como pessoa referencial para o aluno. Que perceba sua importância como alguém que desenvolver procedimentos que facilitem a aprendizagem para o aluno. Que conheça o que pretende ensinar. Que demonstre realidades profissionais na área, mesmo que não as tenha realizado pessoalmente. Que demonstre as várias relações entre o que pretende ensinar e o que ocorre no ambiente acadêmico. Que dê seu exemplo de estudo contínuo, para que não fique somente no discurso. Que demonstre respeito pelo ser humano que está à sua frente, compreendendo dificuldades que possam existir. Que efetue avaliações que possam exprimir os reais resultados da aprendizagem, ou não aprendizagem, dos alunos. Que não utilize subjetividades nas avaliações, principalmente em realizando, ao seu juízo, “conselhos de classe” que possam simplesmente” “passar para frente” o aluno, “jogando” o problema para outro professor e, finalmente, para o mercado. Que compreenda que a instituição de ensino superior precisa, efetivamente, ser superior em suas formas de ensino e de avaliação, e não somente uma “passagem festiva” para os alunos.

 

[Ronnie de Sousa] Existe troca de experiências entre os professores de contabilidade?

[Nilton Facci] No âmbito interno de cada instituição de ensino, esse aspecto possa existir. Nas públicas percebo que essa troca é mais efetiva, do que nas particulares. Esse aspecto decorre do fato de que nas particulares os professores são, em sua maioria, horistas. Estão na instituição somente nos horários de aula. Nas públicas existem número muito maior de professores que escolheram a docência como forma quase única de atuação profissional, o que permite, e até exigem, maiores trocas de experiências. No âmbito entre instituições, até decorrente do aumento de cursos de mestrado e doutorado, essas trocas têm aumentado. Evidente que precisam aumentar vertiginosamente, para que a aprendizagem derivada possa contribuir para a melhoria não só dos processos de ensino, mas também para a pesquisa e a sempre necessária extensão.

 

[Ronnie de Sousa] É possível ao professor dar aulas de contabilidade sem atuar, ou nunca ter atuado no mercado?

[Nilton Facci] Sem a menor dúvida, desde que esse professor busque conhecer as realidades, compreendê-las e utilizá-las no processo de ensino. Para isso precisa conversar com o mercado de trabalho do contador de empresa. Conversar com dirigentes empresariais. Finalmente, ter a humildade de compreender que a teoria é extremamente importante, desde que responda a situações reais da ciência contábil enquanto conhecimento que precisa contribuir para a melhoria dos indicadores de vida da sociedade. E também compreender que as realidades, também ditas práticas contábeis, precisa ser utilizadas como exemplos da teoria em funcionamento, inclusive para explicá-las.

 

[Ronnie de Sousa] Existe ligação direta entre a qualificação do professor e o ensino contábil?

[Nilton Facci] Totalmente. Em qualquer profissão a qualificação é fator essencial para a qualidade do “produto final”. No processo de ensino contábil essa qualificação é extremamente necessária. Basta também verificar os indicadores de qualidade que a CAPES utiliza, quando da avaliação dos cursos. A quantidade de mestres e doutores é fator muito relevante. Mas não se deve buscar somente esse elemento quantitativo. A qualificação é necessária, mas precisa realmente ser utilizada no processo de ensino. Muitas vezes o aluno percebe a diferença no professor, quando esse está se qualificando. As formas de apresentar os temas, na maioria das vezes, melhora. O desenvolvimento de exemplos melhoram. No entanto, um fato curioso ocorre: quando o corpo docente da instituição aumenta em sua qualificação, aumenta também a distância entre esse corpo e o desempenho real dos alunos. Com a qualificação, o corpo docente tem aumentado também suas exigências quanto aos desempenhos dos alunos. No entanto, os alunos são “os mesmos”. Os alunos continuam entrando nos cursos com os perfis semelhantes à época em que o corpo docente não tinha a qualificação agora obtida. Até parece que os alunos são piores do que os anteriores. É preciso ter cuidado com esse aspecto. Também é preciso comentar sobre a atuação do professor, agora qualificado, com Mestrado e Doutorado. Nalgumas vezes, ele passa a exigir do aluno de graduação o comportamento de seus colegas de mestrado/doutorado. Esse fato aumenta ainda mais a distância entre professor e aluno, causando situações negativas para ambos. É preciso que o professor compreenda que o aluno ainda não “caminhou” pelos mesmos conhecimentos que ele agora detêm.  Que o aluno precisa de professor que esteja ao lado, e não acima, como se fosse um “Quase Deus” do saber contábil.

 

[Ronnie de Sousa] Como desenvolver uma metodologia eficaz para o ensino contábil?

[Nilton Facci] Entendo que não existe somente uma forma de relacionar processo de ensino com os meios utilizados pelos alunos para aprender. Cabe ao professor estar sempre atento aos vários modelos utilizados pelos alunos, para que desenvolva procedimentos que estejam de acordo com esses modelos. Alguns alunos conseguem aprender somente ouvindo. Outros precisam escrever, para depois repetir. Outros ainda precisam que o professor esteja mais junto deles, para que as dúvidas sejam expostas. Alguns alunos veem o professor como uma extensão dos pais. Todos esses aspectos existem numa mesma sala de aula. Evidente que não é fácil atender a todos, mas é preciso que o professor, pelo menos, compreenda que eles existem. Esse desenvolvimento está muito ligado ao perfil desejado do professor. Precisa conhecer o que é ser professor. Todos os aspectos ligados a essa profissão. Precisa estudar comportamentos de alunos, enquanto pessoas que buscam um conhecimento, no caso do contábil, muito ligado a uma profissão. Compreender que muitos alunos do curso estão na busca de melhoria econômica de vida.

 

[Ronnie de Sousa] Qual sua opinião sobre o Exame de suficiência do CFC?

[Nilton Facci] Entendo que o exame é necessário. No entanto, o discurso do CFC quanto aos resultados obtidos até então, no momento em que reclamam, segundo seu entendimento, do baixo nível de aprovação, até como indicador da qualidade do curso. Ora !!!. Se desejam que a aprovação chegue a 100%, o que para alguns seria indicador de alta qualidade dos cursos, é simples: basta não exigir. Assim teremos, novamente, “a aprovação” de 100%. Um fato que vejo negativo é que o CFC não permite informações detalhadas sobre o desempenho individual de cada instituição de ensino. Talvez por tentar não desenvolver rivalidades, ou mesmo a utilização desse desempenho como elemento de marketing pelas instituições.

 

[Ronnie de Sousa] O baixo desempenho dos alunos no Exame de Suficiência deve ser atribuído à instituição de ensino, alunos ou professores?

[Nilton Facci] A nenhum deles. Entendo que o desempenho é uma mistura de vários elementos. É preciso compreender que nem todos os alunos formados fazem o exame. Muitos alunos com ótimo desempenho acadêmico não buscam a profissão contábil. Inclusive é importante ressaltar que para ser professor de contabilidade não é obrigatório o registro no CRC do estado. Assim, a pessoa pode ser tornar professor sem que tenha feito o exame. Colocar qualquer dos elementos acima como fator de interferência no resultado é não compreender o conjunto de variáveis que podem influenciar o resultado. Entendo que esse indicador deve ser utilizado, assim como quaisquer outros, para que os processos de ensino e aprendizagem sejam analisados. Entendo também que a instituição de ensino não pode utilizar somente esse indicador como atribuição de alguma pretensa qualidade, ou falta dela.

 

[Ronnie de Sousa] O bacharel em ciências contábeis esta preparado para o mercado?

[Nilton Facci] É sabidamente por todos os envolvidos que não. O objetivo da instituição de ensino contábil não deve ser esse, embora existam discursos, e até mesmo no site, frases nesse sentido. Sem qualquer pergunta a respeito, os próprios alunos percebem que não estão preparados, bastando conhecer aspectos reais nas empresas e nos escritórios de contabilidade. Entendo que essa percepção é importante, para que o aluno veja a passagem pelo curso como algo não somente obrigatório, por lei, mas extremamente importante para o melhor desempenho como profissional contábil.

 

[Nilton Facci] Conclusão

Primeiramente, quero agradecer a oportunidade.  Nem sempre é possível discutir esses assuntos com profissionais de vossa qualidade. Entendo que essas discussões são importantes, principalmente quando percebemos que o perfil do aluno mudou no decorrer dos últimos 10 anos, em que as ferramentas de Tecnologia de Informação e Comunicação obtiveram enorme desenvolvimento. As relações dos alunos com essas ferramentas devem ser consideradas no processo de ensino e de aprendizagem. O enorme desafio é compreendê-las, não como algo que vai substituir o professor. MUITO AO CONTRÁRIO. Acentuam ainda mais a importância de alguém que ajude o aluno a bem utilizá-las. A não considerá-las somente algo que proporcione distrações e lazeres.

Em segundo, gostaria imensamente de conhecer os comentários de outros professores, evidentemente com as devidas providências quanto ao sigilo.  De minha parte, tem a liberdade de disponibilizar esses comentários, sem qualquer preocupação com o sigilo do nome.

Novamente, muito grato pela oportunidade, esperando ter ajudado em seus estudos e nas discussões.

 

Fonte: Essência Sobre a Forma (www.essenciasobreaforma.com.br)

 

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Nilton Facci

Contador
Maringá - PR
Membro desde: 07/06/2012
É muito gratificante saber que nossas angústias são compartilhadas por outras pessoas. Seria muito interessante para todos que o universo de entrevistas e comentários fosse ainda muito maior. Ao colega Glauco, sugiro que não desista do curso. Com sua seus conhecimentos e experiências, tem muito a contribuir para que seus colegas de turma percebam a importância da Ciência Contábil para a melhoria da qualidade de vida de toda sociedade, e não somente como forma de atendimento a determinadas normas, sejam profissionais e/ou tributárias. Também poderá contribuir para que os professores de sua cidade percebam que é necessário conhecer outros aspectos do conhecimento contábil.
Novamente, muito grato pela iniciativa da entrevista, e com os comentários. Fico à disposição para novas trocas de opiniões e experiências. Sou professor na disciplina Contabilidade Tributária, na Universidade Estadual de Maringa (UEM), e como tal, estou sempre à busca de discussões que possam melhorar meu desempenho como pessoa e como professor. Abraços.

Dia 08/02/2013 às 13:45:38


Levi Gimenez

Contador e Professor Universitário
São Paulo - SP
Membro desde: 24/09/2012
Excelente entrevista. As perguntas perseguem pontos fulcrais do ensino em contabilidade e as respostas mostram o enorme desafio que é ensinar contabilidade em meio a estrutura das universidades, as mudanças às normas internacionais, contabilidade das PMEs, a legislação tributária e o enorme volume de obrigações acessórias, com o modelo de ensino atual, os alunos que desprezam a teoria e só querem exercícios para copiar, replicar e fazer prova. As empresas, que elaboram as demonstrações contábeis dentro dos aspectos qualitativos demandam profissionais em quantidade e qualidade que a maioria das universidades não conseguem formar. Em contraposição, temos alunos excelentes, universidades excelentes e inúmeras opções de educação continuada. Ser contador é uma eterna luta entre D. Quixote e o Leviatã. Parabéns!!!

Dia 03/02/2013 às 19:15:16


Glauco Oliveira Consultorias

Consultor Adm: Financeiro
Varginha - MG
Membro desde: 03/02/2013
Sou formado como Técnico em Contabilidade tenho 47 anos, e trabalho ja ha 30 anos como tal, e recentemente comecei a fazer o curso de ciencias contabeis para ter o curso superior, apenas com a intenção de especialização no ramos de auditorias que é vedado a nos com técnicos executar tal trabalho, alem de tecnico em contabilidade sou graduado em curso de administração, fiquei com vergonha do professor, onde a primeira materia ensinada a nos no primeiro dia de aula foi como montar um balanço, sendo desta forma pulado as etapas de conhecimento de um plano de contas, execução de lancamentos, eleboração de balancetes, e todos os outros processos para se chegar a montar um balanço. Como teremos bons contadores desta forma?
Foi dificil continuar no curso desta forma,se no primeiro ano foi assim cheguei a conclusão que não iria aprender nada daquilo que estava planejando.
Na minha cidade existe duas faculdades de ciencias contabeis e nenhuma delas esta formando contadores de verdade e isto e lamentavel, uma vez que nos técnicos semos dicrimnados em virtude de alguns que possui diploma de bacharel em ciencias contabeis, e nem sabem o que é ativo e passivo.

Dia 03/02/2013 às 11:54:05


Nancy Eurídice Correia Ferreira Ramires

acadêmica
Varginha - MG
Membro desde: 02/02/2013
Olá,
Muito proveitosa a entrevista.


Obrigada.
Cordial abraço,
Nancy Eurídice C. F. Ramires

Dia 02/02/2013 às 16:21:29


Marcos C.

Contador
São José dos Campos - SP
Membro desde: 01/02/2013
Saudações,

A troca de experiências entre alunos e professores é melhor na universidades públicas, isso é um fato em qualquer área científica. Nas universidades particulares, há diferença notada por poucos onde os professores que trabalham em empresas de grande porte exercendo cargos executivos são os que mais compartilham experiências. É muito comum professores com esse perfil pinçar dentre os alunos, colaboradores para as empresas onde trabalham e até mesmo sucessores para seu cargos. Também costumam forçar a barra para que os alunos busquem a excelência no aprendizado sem depender tanto das Universidades, sejam elas de primeira linha ou não. Ao contrário, professores que são donos de escritórios de contabilidade não costumam ter a mesma característica.

Dia 01/02/2013 às 09:46:20


Reinaldo Pereira Santos

contador
São paulo - SP
Membro desde: 01/04/2012
Acredito que as faculdades deveriam investir mais nos escritórios modelo. Trazendo assim, um pouco da realidade do mundo contábil para a vida cotidiana dos futuros contadores.


Dia 28/01/2013 às 08:43:03


Carlos Alberto Cervieri

Gerente Administrativo Financeiro - Controller
Caxias do Sul - RS
Membro desde: 20/06/2012
Bom dia prezados Ronnie e Nilton.
Quanto à nossa profissão eu penso que deveríamos em nossos cursos de Ciências Contábeis (graduação) priorizar na formação de um profissional com uma visão mais sistêmica, voltada para a análise gerencial (controladoria), esse profissional com certeza será mais valorizado pelo empresário, que não mais verá a contabilidade como uma mera ferramenta para atender o fisco. Temos que utilizar as informações extraídas da contabilidade para gerar informações que serão utilizadas na gestão das companhias, para a tomada de decisão, visando projetar o futuro. Temos na contabilidade todas as informações necessárias, infelizmente estamos ainda em uma fase muito fiscal/financeira da contabilidade.

Atenciosamente.

Carlos Alberto Cervieri
Caxias do Sul - RS

Dia 27/01/2013 às 11:07:25


Ronnie de Sousa

Profissional de Contabilidade
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Pessoal,

Nem sempre é possível discutir este assunto, portanto os convido para expressar sua opinião. Faça o login e deixe seu comentário.

Atenciosamente,
Ronnie de Sousa

Dia 24/01/2013 às 22:02:44


 

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