COLUNISTAS


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Carlos Meni

• Carlos Meni é diretor presidente da Wolters Kluwer Prosoft;
• Analista de sistemas pela Faculdades Associadas de São Paulo;
• Tem longa carreira na área de tecnologia da informação com foco no segmento de empresas contábeis;
• Palestrante sobre temas ligados ao segmento contábil;
• Participa de congressos e eventos da área contábil e de tecnologia, no Brasil e exterior; É também coach pelo ICI Integrated Coaching Institute.

 


Informação digital exige revisão nos contratos sociais

Por Carlos Meni

As empresas estão trabalhando para se adaptar à realidade dos projetos do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), desde a análise das obrigações e das informações geradas até a revisão de processos, sistemas e contratos sociais.

Ao abrir uma empresa o empreendedor costuma ter uma série de expectativas com relação ao negócio que está iniciando e, embalado por esta nova etapa na vida, costuma gerenciar suas perspectivas futuras sem, muitas vezes, se dar conta de outros aspectos indispensáveis ao sucesso da empreitada.

É interessante falar em expectativas futuras, pois na hora que o empreendedor se reúne com o contador para discutir a abertura do negócio e dar início às definições do contrato social percebe-se o desejo de inserir atividades que ainda não serão feitas, ou mesmo, que jamais serão realizadas.

Este desejo de incluir uma série de atividades no documento também estava diretamente ligado ao interesse do empreendedor em deixar tudo que imaginava como oportunidades já descritas no contrato social para não ter custos de alterações futuras.

É interessante observar que muitos empresários com vários anos de mercado também não sabiam que em seu contrato social e nas alterações porventura realizadas existiam atividades que eles nem imaginavam.

Para saber quais são a atividade principal e as atividades secundárias basta acessar o site da Receita Federal, na opção “Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral”.

Muitos contadores estão revendo os dados cadastrais de clientes, inclusive os relacionados à Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta, pois o Fisco já enviou diversas notificações com referência à margem de presunção de lucro, na opção de lucro presumido, em função da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

Não bastasse isso, ainda fica o grande enigma: como a Receita federal fará o enquadramento da empresa para conferir a obrigatoriedade do cumprimento das obrigações acessórias? Nós, pobres mortais, não sabemos.

O leitor deve estar se perguntando por que se preocupar agora com estas informações, com a implementação do SPED e a integração digital das informações. As atividades da empresa passaram a ser importantes para as definições das obrigações que devem ser cumpridas pelas mesmas, por exemplo, a emissão da Nota Fiscal eletrônica, o uso de cupom fiscal e a entrega de obrigações como a EFD-ICMS/IPI, entre outras.

O contador é a pessoa certa para ajudar os empresários, para que estes não sejam surpreendidos com a geração de um passivo oculto e altamente devastador para o futuro dos negócios.

Postado dia 27/10/2012 - Fonte: Essência Sobre a Forma

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