COLUNISTAS


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Rodrigo Rossetti Lopes

• Bacharel em Administração de Sistemas de Informação - Centro Universitário Ibero Americano;

• MBA, Executive Business Administration - Insper Business School;

• ITIL® Foundation in IT Service Management - ITILF -
Licença da certificação 5268403.20361852

• Information Security Management - ISFS - (ISO/IEC27002)
Licença da certificação 5276273.20365240

• IT Service Management. - ITSM20F - (ISO/IEC20000)
Licença da certificação 5276273.20366991

• Green IT Citizen - GRITC -
Licença da certificação 5276273.20370792

• Cloud Computing in IT Management - CLOUDF
Licença da certificação 5276273.20377965

• Certificated Integrator in Secure Cloud Services - CI-SCS
Licença da certificação 5276273.20377964

• Member Participant Project Management Institute
Licença 1103183

• EMPRETEC
ONU / Sebrae

 


Interrupções no trabalho e o custo da distração

Por Rodrigo Rossetti Lopes

 

 

Intervalos no trabalho são importantes de vez em quando. Breaks controlados são uma coisa, mas interrupções e distrações são diferentes. Intervalos necessitam ser programados e focados. Distrações surpreende os profissionais de forma inesperada e inviabiliza completamente o planejamento e execução de sua tarefa. De fato, um estudo em universidades americanas mostra que demora cerca de 25 minutos para se voltar para o ritmo produtivo após de ter sido interrompido de forma inesperada.

A relação entre distrações  e erros podem ser analisadas de forma muito objetiva. Mesmo depois de ter encerrado um período de distração, você não estará ativo e produzindo com a mesma capacidade de antes da distração. Em um outro estudo da Universidade da Califórnia, Irvine, os pesquisadores observaram profissionais ao trabalho, verificaram a sua produtividade.

Abaixo está o que o estudo principal de Gloria Mark sobre os dados:

Você tem que mudar completamente o seu pensamento, você leva um tempo para chegar a ele e ele te leva um tempo para voltar e lembrar onde você estava …”

Foi identificado que cerca de 82 por cento de todo o trabalho interrompido seja retomado no mesmo dia. Mas aqui é a má notícia é que se leva uma média de 23 minutos e 15 segundos para voltar para a tarefa”.

Considerando as suas conclusões, essas consideradas pequenas interrupções podem de fato comprometer ao longo do dia o resultado final do profissional. Mark salienta que depende do tipo de interrupção a ser considerada, no entanto:

Caso haja uma interrupção programada correspondente ao tema da tarefa em execução, então será se tornar um benéfico esta interrupção. Se você estiver trabalhando na tarefa A e alguém chega e interrompe com um tema sobre exatamente a mesma tarefa,  isso poderá ser muito positivo, tornando-se uma ajuda por aprofunda-lo ainda mais sobre tarefa A.

Se as interrupções são curtas geralmente não são tão ruins. Imagine que você está trabalhando sobre esse artigo e alguém vem e diz: “Por favor, você pode assinar este formulário?” E você assina, é um tipo muito pontual de tarefa e você pode retornar a fazer a atividade que estava em execução. Qualquer tipo de tarefa automática, que não requer uma quantidade maior de pensamentos não seria uma grande empecilho.

Mas vamos dizer que você está escrevendo esse artigo, e você seja interrompido para conversar com um colega sobre o mais recente episódio da Econômico. Isso é, uma interrupção não relacionada e duradoura que pode levar algum tempo para reestabelecer a conexão com o artigo que estava sendo escrito.

Novamente, é saudável e produtiva, ocasionalmente, se afastar de seu trabalho e fazer pausas. Estas pausas recarregam você. Mas você necessita e deveria querer manter-se focado quando você está produzindo.

 

Apoio:

Universidade da California:
http://www.ucla.edu

Pesquisadora Gloria Mark:
http://www.ics.uci.edu/~gmark

 

 

Postado dia 27/10/2015 - Fonte: Essência Sobre a Forma

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