COLUNISTAS


Facebook Twitter Linkedin
Theodoro Versolato Júnior

• Contador, com especialização em contabilidade internacional pela Trevisan Escola de Negócios e contabilidade gerencial pela Universidade São Caetano do Sul.
• Participação em seminários financeiros internacionais em Roma, Copenhagen, Suécia, Argentina e São Paulo.
• Larga experiência em Contabilidade Internacional, Planejamento Financeiro (Budget and Business Plan) e coordenação de Projetos para implantação do novo plano de contas e administração por unidade de negócio adquirida por mais de trinta anos de experiência na Scania Latin América Ltda.
• Experiência internacional em filiais da América Latina (Chile, México e Argentina) para acompanhamento de fechamentos mensais e orientação para demonstrações financeiras.

 


DVA - Demonstração do valor adicionado (elaboração e análise)

Por Theodoro Versolato Júnior

 

Neste artigo vou falar sobre a DVA (Demonstração do Valor Adicionado), obrigatória no Brasil de acordo com a lei 11.638/07, regulamentada pelo CPC 09.
Para facilitar o entendimento, vou dividir em 4 partes:

  1. Obrigatoriedade
  2. Características das informações da DVA
  3. Definições
  4. Análise da DVA – Empresa Natura Cosméticos S.A.

O objetivo deste demonstrativo é mostrar o montante da riqueza gerada pela empresa e a forma como foi distribuída entre os diversos setores que contribuíram direta ou indiretamente para sua geração: como fornecedores, funcionários, acionistas, etc. durante um determinado período.

 

Obrigatoriedade da Demonstração do Valor Adicionado - DVA

 

 

Contudo para as demais sociedades, seja sociedade de Capital Fechado (S/A) e a sociedade LTDA (sociedade enquadrada como de grande porte ou não) orienta-se que elaborem esta demonstração mesmo que apenas para fins gerenciais.

 

 

 

Características das informações da DVA (CPC 09)

A DVA está fundamentada em conceitos macroeconômicos, buscando apresentar, a parcela de contribuição que a entidade tem na formação do Produto Interno Bruto (PIB). Essa demonstração apresenta o quanto a entidade agrega de valor aos insumos adquiridos de terceiros e que são vendidos ou consumidos durante determinado período.

Existem, todavia, diferenças temporais entre os modelos contábil e econômico no cálculo do valor adicionado. A ciência econômica, para cálculo do PIB, baseia-se na produção, enquanto a contabilidade utiliza o conceito contábil da realização da receita, isto é, baseia-se no regime contábil de competência. Como os momentos de realização da produção e das vendas são normalmente diferentes, os valores calculados para o PIB por meio dos conceitos oriundos da Economia e os da Contabilidade são naturalmente diferentes em cada período. Essas diferenças serão tanto menores quanto menores forem as diferenças entre os estoques inicial e final para o período considerado. Em outras palavras, admitindo-se a inexistência de estoques inicial e final, os valores encontrados com a utilização de conceitos econômicos e contábeis convergirão.

Para os investidores e outros usuários, essa demonstração proporciona o conhecimento de informações de natureza econômica e social e oferece a possibilidade de melhor avaliação das atividades da entidade dentro da sociedade na qual está inserida. A decisão de recebimento por uma comunidade (Município, Estado e a própria Federação) de investimento pode ter nessa demonstração um instrumento de extrema utilidade e com informações que, por exemplo, a demonstração de resultados por si só não é capaz de oferecer.

 A DVA elaborada por segmento (tipo de clientes, atividades, produtos, área geográfica e outros) pode representar informações ainda mais valiosas no auxílio da formulação de predições e, enquanto não houver um pronunciamento específico do CPC sobre segmentos, sua divulgação é incentivada.

 

A DVA é formada em duas partes: Formação da riqueza e a Distribuição da riqueza

Formação da riqueza
Riqueza criada pela própria entidade

A DVA, em sua primeira parte, deve apresentar de forma detalhada a riqueza criada pela entidade.

Distribuição da riqueza
A segunda parte da DVA deve apresentar de forma detalhada como a riqueza obtida pela entidade foi distribuída

Abaixo segue exemplo da Demonstração do Resultado do Exercício e da Demonstração do Valor Adicionado com as respectivas definições dos itens:

Na DRE e na DVA coloquei números de referência para identificar os valores na DRE e o respectivo valor alocado na DVA

 

Na demonstração da DVA, os valores são obtidos da demonstração do resultado e controles internos.

Nesta demonstração estão colocados os valores detalhados para melhor entendimento, porém a demonstração deve ser apresentada de forma reduzida.

 

Abaixo, a descrição de cada item da DVA: (CPC-09)

1 - Receitas

 

2 - Insumos adquiridos de terceiros

 

Nos valores dos custos dos produtos e mercadorias vendidos, materiais, serviços, energia etc. consumidos, devem ser considerados os tributos incluídos no momento das compras (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e COFINS), recuperáveis ou não. Esse procedimento é diferente das práticas utilizadas na demonstração do resultado.

 

 

6- Valor adicionado recebido em transferência

6.1 - Resultado de equivalência patrimonial - o resultado da equivalência pode representar receita ou despesa; se despesa, deve ser considerado como redução ou valor negativo.

6.2 - Receitas financeiras - inclui todas as receitas financeiras, inclusive as variações cambiais ativas, independentemente de sua origem.

6.3 - Outras receitas - incluem os dividendos relativos a investimentos avaliados ao custo,
Aluguéis, direitos de franquia, etc.

 

8 - Distribuições do Valor Adicionado


A segunda parte da DVA deve apresentar de forma detalhada como a riqueza obtida pela entidade foi distribuída. Os principais componentes dessa distribuição estão apresentados a seguir:

8.1 - Pessoal – valores apropriados ao custo e ao resultado do exercício na forma de:

8.1.1 - Remuneração direta - representada pelos valores relativos a salários, 13º salário, honorários da administração (inclusive os pagamentos baseados em ações), férias, comissões, horas extras, participação de empregados nos resultados, etc. 

8.1.2 - Benefícios - representados pelos valores relativos a assistência médica, alimentação, transporte, planos de aposentadoria etc.

8.1.3 - FGTS – representado pelos valores depositados em conta vinculada dos empregados. Impostos, taxas e contribuições - valores relativos ao imposto de renda, contribuição social sobre o lucro, contribuições aos INSS (incluídos aqui os valores do Seguro de Acidentes do Trabalho) que sejam ônus do empregador, bem como os demais impostos e contribuições a que a empresa esteja sujeita. Para os impostos compensáveis, tais como ICMS, IPI, PIS e COFINS, devem ser considerados apenas os valores devidos ou já recolhidos, e representam a diferença entre os impostos e contribuições incidentes sobre as receitas e os respectivos valores incidentes sobre os itens considerados como "insumos adquiridos de terceiros". 

8.1.4 - Impostos, taxas e contribuições - valores relativos ao imposto de renda, contribuição social sobre o lucro, contribuições aos INSS (incluídos aqui os valores do Seguro de Acidentes do Trabalho) que sejam ônus do empregador, bem como os demais impostos e contribuições a que a empresa esteja sujeita. Para os impostos compensáveis, tais como ICMS, IPI, PIS e COFINS, devem ser considerados apenas os valores devidos ou já recolhidos, e representam a diferença entre os impostos e contribuições incidentes sobre as receitas e os respectivos valores incidentes sobre os itens considerados como "insumos adquiridos de terceiros". 

8.2.1 - Federais – inclui os tributos devidos à União, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte aos Estados, Municípios, Autarquias etc., tais como: IRPJ, CSSL, IPI, CIDE, PIS, COFINS. Inclui também a contribuição sindical patronal. 

8.2.2 - Estaduais – inclui os tributos devidos aos Estados, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte aos Municípios, Autarquias etc., tais como o ICMS e o IPVA. 

8.2.3 - Municipais – inclui os tributos devidos aos Municípios, inclusive aqueles que são repassados no todo ou em parte às Autarquias, ou quaisquer outras entidades, tais como o ISS e o IPTU. 

8.4 - Remunerações de capitais de terceiros - valores pagos ou creditados aos financiadores externos de capital. 

8.3.1 - Juros - inclui as despesas financeiras, inclusive as variações cambiais passivas, relativas a quaisquer tipos de empréstimos e financiamentos junto a instituições financeiras, empresas do grupo ou outras formas de obtenção de recursos. Inclui os valores que tenham sido capitalizados no período. 

8.3.2 - Aluguéis - incluem os aluguéis (inclusive as despesas com arrendamento operacional) pagos ou creditados a terceiros, inclusive os acrescidos aos ativos. 

8.3.3 - Outras - incluem outras remunerações que configurem transferência de riqueza a terceiros, mesmo que originadas em capital intelectual, tais como royalties, franquia, direitos autorais, etc. 

8.4 - Remuneração de capitais próprios - valores relativos à remuneração atribuída aos sócios e acionistas. 

8.4.1 - Juros sobre o capital próprio (JCP) - inclui os valores pagos ou creditados aos sócios e acionistas por conta do resultado do período, ressalvando-se os valores dos JCP transferidos para conta de reserva de lucros. Devem ser incluídos apenas os valores distribuídos com base no resultado do próprio exercício, desconsiderando-se os dividendos distribuídos com base em lucros acumulados de exercícios anteriores, uma vez que já foram tratados como "lucros retidos" no exercício em que foram gerados. 

8.4.2 – Dividendos – Dividendos pagos ou creditados aos acionistas 

8.5 - Lucros retidos e prejuízos do exercício - incluem os valores relativos ao lucro do exercício destinados às reservas, inclusive os JCP quando tiverem esse tratamento; nos casos de prejuízo, esse valor deve ser incluído com sinal negativo. 

8.5.1 - As quantias destinadas aos sócios e acionistas na forma de Juros sobre o Capital Próprio – JCP, independentemente de serem registrados como passivo (JCP a pagar) ou como reserva de lucros, devem ter o mesmo tratamento dado aos dividendos no que diz respeito ao exercício a que devem ser imputado.

 A DVA Como Instrumento de Análise

Após se elaborar a DVA, algumas análises poderão ser feitas pelos agentes internos e externos, ou seja, todos os que pretendam entender melhor a relação da empresa, por meio das informações fornecidas.

De acordo com Ricarte (2005, p. 63), “cada uma das informações atende às necessidades específicas de distintos grupos de usuários.” Isto pode ser observado por meio do Quadro abaixo:

 

Empregados/Sindicatos:

A DVA serve de base para negociações salariais, para comparações entre entidades do mesmo segmento, para estudos do comportamento evolutivo da remuneração ao longo do tempo etc.

Governos/Instituições:

Estes podem efetuar estudos comparativos da carga tributaria por setores/atividades, avaliando quais as categorias que mais contribuem para a formação da receita tributaria, resultando disto, reformulações legais como a constituição de impostos seletivos, redimensionamento de tributos por regiões etc. As DVAs agrupadas podem apresentar o crescimento econômico de determinadas regiões e atividades, fazendo com que os governos sigam ou alterem suas políticas de fomento, de incentivos e seus planejamentos.

Financiadores/Credores:

A este grupo a DVA comunica a saúde econômica da entidade e a sua evolução na geração da riqueza.

Acionistas/Proprietários:

Aos formadores do capital próprio da entidade, a DVA apresenta a parcela que lhes coube em determinado período, podendo estes efetuar análises do investimento, objetivando a continuação da aplicação ou o seu redimensionamento; bem como fornece importantes subsídios para a preparação da análise global da entidade.

Administradores:

A DVA serve como instrumento de apoio ao planejamento estratégico, à decisão e ao controle, além de apresentar a parcela que lhes cabe a título de remuneração.

Sociedade:

Por meio da DVA, a sociedade organizada pode comprovar a representatividade das práticas de responsabilidade social das entidades, como também avaliar a geração da riqueza e sua estrutura de distribuição.

 

ANÁLISE DO VALOR ADICIONADO

Vou analisar um caso prático do valor adicionado. Segue abaixo o demonstrativo do resultado e demonstração do valor adicionado da empresa Natura que foi publicado no site da empresa

Na análise abaixo podemos observar no gráfico como foi a distribuição da riqueza da empresa Natura no ano de 2011. Metade da riqueza ficou com o governo (46,8%), dividendos (24%) e pessoal e encargos sociais (20%).

Curiosidade:
Conforme publicação na revista VEJA, edição de 11 de Julho de 2012 na seção de Economia, 
Fonte: Melhores & Maiores, revista EXAME


De acordo com o demonstrativo publicado na revista EXAME, notem que as empresas obtiveram um lucro de 68,3 bilhões de dólares, enquanto que o governo arrecadou 156 bilhões de dólares.

Segue um trecho do discurso do Sr. Roberto Civita, Presidente do conselho de Administração do Grupo Abril e editor de Veja:

“A janela de oportunidade brasileira se fecha a cada ano”, afirmou. Civita listou algumas das amarras do crescimento que ainda não foram desatadas: sistema tributário oneroso e caótico, infraestrutura precária e atraso na legislação trabalhista. “Nossos problemas não vão desaparecer por encanto. Eles só serão sanados com um esforço sério de modernização.”

“Sem tantos obstáculos aos investimentos, as empresas brasileiras com certeza teriam números ainda mais invejáveis a festejar.”

 

 

 

REFERÊNCIAS:

RICARTE, Jádson Gonçalves. Demonstração do Valor Adicionado. Revista Catarinense da
Ciência Contábil, Florianópolis, v.4, n.10, p.49-69, dez.2004/ mar.2005.

FIPECAFI, Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2003.

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS
PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09
Demonstração do Valor Adicionado

Revista VEJA – Seção de Economia, edição de 11 de Julho de 2012.

Natura Cosméticos: Demonstrações financeiras de 2011

Postado dia 12/07/2012 - Fonte: Essência Sobre a Forma


Comentários:


Clique aqui para comentar este artigo


elivelton

aux adm
sinop - MT
Membro desde: 18/04/17
boa noite Theodoro, na DRE confeccionada pelo Sr, apresenta um saldo de 5.000 a titulo de CMV, 1.700 a titulo de ICMS e de 300 para PIS/COFINS, porem no tópico 2 da DVA diz que o custo deve trazer os valores tanto de IPI, ICMS, PIS/COFINS junto ao CMV, porem no campo de custo do produto vendido na DVA, está evidenciado apenas o valor referente ao CMV que é de 5.000, sem levar em consideração os valores a titulo de ICMS e PIS/COFINS, já que a metodologia da DVA exige que seja contabilizado os valores dos impostos como integrante do custo, o valor evidenciado na DVA a titulo de CMV não deveria ser 5.000 (CMV), + 1.700 (ICMS) e 300 (PIS/COFINS)totalizando 7.00?

Dia 17/04/2018 às 21:40:15


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Rodrigo Lucas, obrigado por seu comentário, veja a definição do INSS:
INSS

O INSS é um dos impostos mais populares em âmbito nacional. Basicamente, essa tributação é destinada ao Instituto Nacional do Seguro Social, que pertence ao Ministério da Previdência Social (órgão do governo federal).
https://blog.egestor.com.br/impostos-federais-estaduais-e-municipais-quais-sao/
Concordo que pode não fazer sentido, mas é um imposto federal


Dia 15/03/2018 às 22:16:25


Rodrigo Lucas

Estudante
Ribeirao preto - SP
Membro desde: 18/03/04
Boa Noite
Gostaria de Saber o motivo do INSS normalmente ser contabilizado em tributos Federais, sendo que na sua explicação está sendo contabilizado em impostos , taxas ... na área de pessoal. o que pra mim faz mais sentido

Dia 04/03/2018 às 23:17:13


Sílvio dos Santos Paula

Assistente de Departamento Pessoal
Niterói - RJ
Membro desde: 17/10/18
Excelente artigo.
Me chamo Sílvio dos Santos Paula, curso o 6° período de Ciência Contábeis.

O sr poderia me responde restá pergunta:Como poderá ser definida a riqueza criada pela entidade e o valor adicionado por transferência?

Desde já agradeço.
Sílvio

Dia 18/10/2017 às 15:09:25


Ilma Tais de Oliveira

Ax. Escritorio/Academica de Ciencias Contabeis
Ponta Pora - MS
Membro desde: 15/02/11
Ola Professor, fonte de pesquisa excelente consegui sanar minhas duvidas através do site. SUCESSO sempre para o senhor.

Dia 11/02/2015 às 15:44:07


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Elizama, obrigado pelo comentário. Sobre sua pergunta, acho que você não deve comparar os dois demonstrativos, pois a DRE tem o propósito de medir o resultado e a performance da empresa enquanto que a DVA deve demonstrar como a empresa está distribuindo seu resultado.

Veja neste artigo como foi explorado a eficiência da DVA, demonstrando aos sindicatos, governos, etc quanto a empresa está colaborando com a sociedade. Se comparar com o lucro da empresa, pode ser como um "tiro no pé" e se voltar contra a empresa.

Por exemplo, os lucros da empresa podem subir devido à aumento de preço e o salário do pessoal pode ficar abaixo. Mostrar que a empresa teve lucro e paga menos os funcionários pode ir contra a empresa.

Neste artigo estou usando a DVA para mostrar principalmente quanto a carga tributária é alta.

Se precisar de mais alguma informação, segue meu email: tversolato@terra.com.br

Dia 15/04/2014 às 16:38:26


Elizama

Economista
Fortaleza - CE
Membro desde: 14/03/30
Professor parabénssss pelo sucesso e clareza com que explica tantos assuntos.
Gostaria de saber se eu posso comparar evolução do lucro líquido da empresa com evolução do valor adicionado distribuído aos trabalhadores (pessoa), pois assim poderei dizer que enquanto os lucros subiram tantos % os gastos com pessoal subiram apensa tantos %.
Perdoe-me a pergunta, mas é que não tenho muito conhecimento em contabilidade.
oBRIGADA

Dia 30/03/2014 às 12:30:46


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Maria Luiza, obrigado por visitar o site e pelo comentário.

Dia 19/03/2014 às 23:48:28


Maria Luiza Araujo Nazário

Contadora
Fortaleza - CE
Membro desde: 17/03/2014
Professor Theodoro, parabéns pelo conteúdo publicado: objetivo, claro e completo. Excelente fonte de pesquisa. Parabéns mais uma vez e sucesso.

Dia 18/03/2014 às 09:14:55


Maria Cristina Osti Gracia

Profissional de Contabilidade
São Paulo - SP
Membro desde: 15/12/2013
Matéria clara, objetiva e bem elaborada.Parabéns professor!

Dia 29/01/2014 às 09:47:55


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Divino, obrigado por acessar o site e pelo comentário. Você pode copiar e colar no word, se preferir, posso enviar o arquivo em formato PDF. me mande seu email para: tversolato@terra.com.br
Theodoro

Dia 24/10/2013 às 23:33:55


DIVINO MARTINS DE JESUS

CONTADOR
Várzea Grande-MT - MT
Membro desde: 22/10/2013
Boa Tarde professor Theodoro.

Trabalho na docência com diversas disciplinas, faculdades ICEC e UNIRONDON, de Cuaibá-MT.
Dentre as disciplinas,trabalho EADC (Estrutura e Análise das Demonstrações Contábeis).
Examinei vários artigos e esse do Senhor está apresentado de forma bem didática para trabalhar em sala de aula.
Gostaria poder salvar o arquivo para poder utilizá-lo em minhas próximas aulas, onde terei que abordar a DVA.
É possível? como devo proceder para salvar o arquivo em meu PC?

Grato
Divino Martins de Jesus

Dia 22/10/2013 às 16:17:09


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Carlos, muito obrigado pelo comentario

Dia 22/08/2013 às 00:30:09


carlos santana

Contador
salvador - BA
Membro desde: 07/11/2013
Muito boa a publicação, tira qualquer duvida.

Parabnes,

Carlos Santana

Dia 19/08/2013 às 22:21:58


carlos santana

Contador
salvador - BA
Membro desde: 07/11/2013
Parabéns pela excelente formação do conteúdo da matéria.
Clara, direta e explicativa.

Dia 19/08/2012 às 09:16:54


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Jonas e Rafael, obrigado pelo comentário.É um grande incentivo
Theodoro

Dia 12/08/2012 às 22:32:51


Jonas Antero

Analista de Contabilidade Sr.
São Paulo - SP
Membro desde: 24/06/2012
A obrigação de elaborar a DVA ficou para as CIAs abertas, mas as demais empresas já adotaram esta nova demonstração de extrema importância para a analise patrimonial. Pena que haja por parte dos profissionais muitas dúvidas em torno de sua elaboração, portanto o parabenizo pelo artigo.


Dia 12/08/2012 às 19:33:32


Rafael Levi

Contador
Campinas - SP
Membro desde: 12/08/2012
Sensacional artigo!

É com artigo deste nível demonstrando a aplicabilidade para um case real que a classe contábil obtem a cada dia melhores condições de interpretar e aplicar soluções imediatas nas empresas.


Dia 12/08/2012 às 17:01:25


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Laura, obrigado pelo comentário. Minha experiência sempre foi voltada para empresas. Trabalhei por mais de 30 anos na Scania Latin América. Atualmente estou ministrando cursos livres de contabilidade e orçamento empresarial. É uma característica minha, quando pego um assunto para desenvolver faço o possível para torná-lo menos denso possível.
Theodoro

Dia 08/08/2012 às 11:46:04


Laura

Auxiliar fiscal
São Paulo - SP
Membro desde: 16/06/2012
Professor Theodoro, seus artigos são fáceis de entender mesmo para assuntos dificeis, qual faculdade o Sr. dá aula?

Dia 07/08/2012 às 21:04:07


Tatinha Reis

contadora
Eunápolis - BA
Membro desde: 20/06/2012
Adorei as instruções de análise, excelente aula. Parabéns pelo artigo.

Dia 25/07/2012 às 22:37:42


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Silmar, obrigado pelo comentário e pelo incentivo
Theodoro

Dia 20/07/2012 às 09:46:05


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Pessoal, se alguém tiver alguma dúvida sobre este artigo, é só me enviar um email que responderei
Theodoro

Dia 15/07/2012 às 17:14:56


Theodoro Versolato Junior

Contador
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Ronnie, obrigado pelo comentário. O objetivo deste artigo é mostrar como montar a DVA, analisar e também um caso prático para que o usuário possa aplicar na sua empresa.
Theodoro

Dia 15/07/2012 às 12:51:39


Ronnie de Sousa

Profissional de Contabilidade
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
A publicação da DVA em cumprimento a Lei 11.638/07 evidencia o avanço da contabilidade a evidenciar a sociedade a contribuição sócio econômica da empresa, ou seja, como ela agrega riqueza e como distribui. Parabéns Prof. Theodoro pela excelente explicação.

Dia 14/07/2012 às 20:34:19

Visitantes: 144782