COLUNISTAS


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Geuma Nascimento

• Mestrado em Contabilidade pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP - SP;
• MBA em Gestão Empresarial pela Trevisan Escola de Negócios;
• Bacharel em Ciências Contábeis pela Associação Tibiriçá de Educação;
• Professora universitária das disciplinas de Contabilidade de Custos e Análise de Custos, Teoria da Contabilidade, Contabilidade Geral, Tributária, Intermediária, Avançada e Gerencial;
• Membro do Ibracon – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil;
• Especialista em Business Process Outsourcing (BPO), com vivência prática ao longo dos últimos 12 anos em empresas nacionais e internacionais de diversos segmentos e tamanhos;
• Sócia da TG&C - Trevisan Gestão e Consultoria e da Efycaz Trevisan – Aprendizagem em educação continuada;
• Carreira profissional desenvolvida em pequenas, médias e grandes empresas, dentro das diversas áreas administrativas e financeiras, com ênfase em contabilidade, tributos, custos, processos operacionais e sistêmicos e em qualidade;
• Gestora da implantação de custos ABC na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo;
• Participa de Conselhos Fiscais de expressivas empresas;
• Atua como palestrante;
• Autora do livro SPED sem Armadilhas;

 


eSocial já está mudando muito a rotina das empresas

Por Geuma Nascimento

 

Daqui a um ano, as empresas que faturam mais de R$ 78 milhões, começarão a trabalhar sob o regime do novo modelo do eSocial. Até setembro, todas as demais vão estar sob esse mesmo guarda-chuva, mas muitas ainda não estão prontas para atender as exigências legais.

Para isso será necessário mudar – e muito - a maneira de as empresas pensarem e seu modo de agir, seus controles, seus processos, sua área de tecnologia... Há muitas alterações necessárias e reflexos importantes a serem considerados.

Muito rigor na coleta de dados será essencial, pois o eSocial detecta possíveis falhas nas bases de dados, erros operacionais na geração das informações, não conformidades com a legislação trabalhista, previdenciária e fiscal. E tudo isso implicará autuações e multas. Por isso é primordial o acompanhamento de uma consultoria especializada, que faça os ajustes necessários para evitar que esses problemas ocorram.

O papel de concentrar e harmonizar informações tende a ser  desempenhado pelos departamentos de RH. E isso vai exigir muita paciência, já que hábitos enraizados e até práticas trabalhistas usuais terão de ser mudados.

Mas adequar-se ao eSocial não será só um trabalho do RH: lideranças, departamentos jurídico e fiscal e a área de Segurança e Medicina no Trabalho terão de formar uma equipe coesa para manter os dados dos funcionários atualizados, já que os informes que o governo exige hoje uma vez por mês ou por ano terão de ser mandados na época em que os fatos que os originam ocorrerem – ou seja, no curtíssimo prazo.

Até agora, muitas empresas estavam de olho nos dados que tinham de mandar ao Fisco, sem prestar muita atenção na qualidade desses dados. Agora, já perceberam que será preciso tomar cuidado com a precisão dessas informações, mas em tempo de enviá-las nos prazos legais.

Na realidade, o eSocial é muito mais do que a escrituração digital da folha de pagamentos, uma mera troca de relatórios, mas uma questão de governança corporativa, de como as empresas vão lidar com seus dados.

 

Postado dia 06/05/2015 - Fonte: Essência Sobre a Forma

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