COLUNISTAS


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Ailton Fernando de Souza

● Bacharel em Ciências Contábeis pela Unipaulistana;
● Pós-graduado em Gestão Estratégica do Terceiro Setor pela UNIFMU;
● Ex-professor do curso Técnico em Contabilidade do SENAC;
● Exerce cargo de Gestão e Gerência de Contabilidade ;
● Autor e coordenador do livro Contabilidade na Prática (Editora Trevisan,2014);
● Autor do artigo científico Governança Corporativa em Entidades do Terceiro Setor, publicado pela Revista Direito do Terceiro Setor (Editora Fórum,Dez/2013);

 


Ainda Lei 12973/2014

Por Ailton Fernando de Souza

 

Com nova roupagem e mais moderno, detalhista, o Fcont continua vivo; os ajustes inerentes à adoção da Lei 12973/2014, ou, seja, da contabilidade com base no IFRS ao serem ajustados no lucro real, por meio da escrituração contabil- fiscal (ou mais conhecida como ECF) nada mais é que a própria transcrição do FCONT, porém, de forma analítica, evidenciado em sub-contas (pelo menos para às empresas as quais não desejam tributar esses ajustes antes de sua realização).

E a correção monetária? Velha conhecida dos profissionais de contabilidade mais experientes e novidade (?) para os menos experientes, retorna ou não? Em um cenário incerto, onde a economia da passos sofríveis, quem pode garantir que não volte?

Os ajustes a valor presente, para os fatos mais relevantes, em um país onde ganha-se muito na especulação, são tão significativos que podemos ter novamente a figura do lucro ou prejuízo inflacionário.

Enfim, resultados inflacionários, correção monetária,termos pouco utilizados no cenário contabil dos últimos 15 anos, mas que podem retornar com absoluta força, em decorrência dos chamados “ajustes fiscais”, crise econômica e conceitos de IFRS, agora inseridos no contexto fiscal, através da Lei 12973/2014 e suas conseqüências (IN 1515/2014 e pó aí vai).

É certo que embora remeta a operações as quais já não mais tratávamos, houve uma modernização (bem lenta, ao estilo  Receita Federal) ao integrarmos o IFRS no âmbito fiscal, significa que essa contabilidade, praticada em quase todo o mundo foi recepcionada e está sendo inserida em nossa sociedade; aproveitou-se o momento e atualizou-se também alguns conceitos (receita bruta, pro exemplo), revisou-se alguns assuntos adormecidos e nosso Regulamento do Imposto de Renda (baseado no Dec.  1598/77, Lei 6404/76 e Dec. 3000/99) também está se modernizando. Ou seja, pelo menos a contabilidade parece não caminhar na contramão.

 

Postado dia 02/04/2015 - Fonte: Essência Sobre a Forma

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