COLUNISTAS


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Elenito Elias da Costa

• Formado em contabilidade pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Especialização em Auditoria pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Pós-graduado em controladoria pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Mestrado em Auditoria pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Analista Econômico Financeiro pelo IBAMAC;
• Instrutor de curso no SEBRAE/CDL/CRC;
• Professor universitário, palestrante e avaliador do MEC;
• Autor de diversos artigos publicados no Brasil e exterior;
• Sócio da empresa Irmão Empreendimentos Contábeis Ltda;
• Autor dos livros Contabilidade - Coletânea de artigos e Contabilidade - Coletânea de artigos Vol. II
• Um dos autores do livro Transparência - Uma visão sistêmica da analise empresarial nos demonstrativos contábeis e financeiros da Editora Fortes.

 


Contabilidade e a vida

Por Elenito Elias da Costa

 

 

“O resultado de sua vida é o reflexo do exercício de sua contabilidade na mensuração dos fatos que gere o seu patrimônio, em sentido latto.”

O cenário mundial nos remete a uma reflexão que todos deveriam executar, levando em consideração ás variáveis positivas e negativas, seus pontos fortes e fracos, suas alegrias e decepções, o capital e sua ausência, usando a inteligência ou não, sua atitude e sua inépcia, sua ações e sua omissão, sua religião ou seu eteísmo, seu caráter e sua ausência, seus valores e sua inexistência, e demais fatos, mas, o importante é sabermos que somos atingidos qualquer que seja a nossa opção, até a mesmo a estática poderá nos atingir, pois no mundo globalizado a inação é mais voraz que o erro na ação.

Segundo, ZEITGEIST, a crise financeira foi gerada pela gula do capitalismo, assim ele é alimentado por ela de modalidade cíclica, e descreve em ADDENDUM a metodologia de impressa do papel moeda no sistema capitalismo, como realmente ele o é, sem nenhuma firula de modalidade comparativa e fácil de entender, mas, acessível somente a quem gosta de ler sobre esses eventos, assim como ele descreve a existência da miséria como necessária a justificativa do capitalismo (Modern Money Mechanics).

Conforme consta no volume intitulado Modern Money Mechanics, “O propósito deste livreto é descrever o processo básico de criação de dinheiro em um sistema bancário de reservas fracionadas.”

Ainda segundo o ZEITGEIST, as guerras são conflitos oportunos e necessários para equilibrar o sistema, pois a realização desse fato negativo é devidamente planejada, principalmente com o número de vidas estatisticamente ceifadas, já que dinheiro plástico negocia com um número de moeda nem mesmo ainda não impresso.

“A sociedade de hoje, é formada por várias instituições, quais sejam, instituições políticas, legais, religiosas, classe social, valores familiares e especialização profissional. É, óbvio a profunda influência que essas estruturadas tradicionalizadas possuem sobre a formação de nossas compreensões e perspectivas. Entretanto, de todas as instituições sociais nas quais nascemos, que nos guiam e condicionam, parece não haver nenhum sistema tão subestimado e mal compreendido como o sistema monetário. Tomando proporções quase religiosas, a instituição monetária estabelecida existe como uma das formas mais incontestadas de fé que existem. Como o dinheiro é criado, as políticas que o governam, e como ele realmente afeta a sociedade são interesses desconhecidos da grande maioria da população.

Em um mundo onde 1%(um por cento) da população possui 40%(quarenta por cento) da riqueza do planeta.

Em um mundo onde 34 mil crianças morrem diariamente de pobreza, fome e doenças evitáveis, e onde 50% (cinqüenta por cento) da população vive com menos de US$2 (dois dólares) por dia, uma coisa, é certo:

              Algo está muito errado.”

Na existência do CAOS somente o seu agravamento (conflito armado) poderá ser a solução, segundo alguns modernos filósofos.

A renúncia do PAPA é a prova concreta da existência do desequilíbrio existente que somente retorna a sua normalidade com um conflito armado, segundo cita alguns modernos filósofos.

Esse fato gerou uma inquietação ainda não explicável aos integrantes cristãos, o qual me incluo, pois há diversas explicações ainda a esclarecer.  

O aumento da violência, o consumo de drogas, a perca de valores familiares, a ausência de objetividade do jovem nebulada por fatores intrínsecos e extrínsecos, o deixa intranqüilo e passível de atos dantes inconcebível.

Os valores familiares estão fragilizados e seus integrantes estão completamente atordoados e sem explicação lógica dos acontecimentos que circundam seus rebentos.      

Tudo fazemos para viver melhor, mas sabemos que vamos morrer, é só uma questão de tempo, oportunidade e destino, que são variáveis mensuráveis em sua contabilidade que deve ser aferida com seu planejamento, o que nos leva a considerar que o ser humano é o resultado contábil de sua gestão.

A transparência de sua vida está diretamente ligada a do seu labor, ou seja, sua gestão empresarial terá o retorno semeado, qualquer que seja o resultado.

Não pense que o resultado momentâneo positivo adquirido com atitudes ilícitas, seja tirando proveito de outrem ou similar, um dia o retorno virá, e seu tamanho será proporcional ao tempo, pois até mesmo DEUS tem perfeita sintonia da valorização temporal, seja positiva ou negativa.

Você é o resultado do seu plantio, é um adágio popular, mas nesse resultado há variáveis intrínsecas e extrínsecas, que deverá cobrar o seu preço, seja através de problemas ou moléstia, pois se pensarmos que nossa origem e destino são iguais, ou seja, do pó ao pó, não somos diferentes, podemos até parecer.

“Ninguém é mais escravo do que aquele que falsamente se acredita ser livre.“ (Johann Wolfgang Von Goethe).

Não é a quantidade de orações que nos qualificam, mas de nossas ações caritativas que influenciam ou não sua vida, pois os bens levados em consideração diferem em sua materialidade, quando avaliados espiritualmente.

A vida nos dá sinal com alguma fatalidade existente, mas mesmo assim não refletimos sobre esse fato e lamentamos o referido, e não mudamos de atitude apesar de sabermos que isso e um sinal.

A sociedade visualiza o TER e sofre por não ver o SER, e pagará um preço proporcional a sua negligência e imperícia, assim como a sociedade empresarial que deve ter sincronia racional com essa sociedade, devidamente refletida em sua contabilidade administrada por um CONTADOR com qualificação e capacitação não somente com o sistema, adequação, atualização, inovações e as demais variáveis necessárias.

O caos só se instala quando há oportunidade derivativa de ações débeis e fúteis, desprovida de qualquer senso probo e licito.

Não tenhamos dúvidas quanto ao RETORNO DO INVESTIMENTO, pois ele virá no momento oportuno e poderá ser positivo ou negativo só depende de sua gestão empreendedora no exercício de seu labor.

A perfeita sintonia com a vida de uma sociedade, do profissional, do gestor, do empreendedor, do investidor, e de qualquer ser humano, esta umbilicalmente ligada por sua ação, que poderá até negligenciar a sua importância, mas será afetado por ela.

Quando estudo o Professor ANTONIO LOPES DE SÁ, na sua essência, comprovo quanto ele tinha razão no estudo prolixo e eclético que faz da contabilidade com a sociedade, caso não observasse a contabilidade com a maestria que a ciência exige, pois quaisquer que seja a nossa ação ou inação seremos afetados por esse resultado.

Pena que profissionais, professores e alunos não tenham tempo para a leitura, pois, poderiam entender os gravames que os atinge, mas isso também está mensurado na Teoria do Caos, pois o tempo não perdoa os incautos.

Atualmente com o cenário econômico mais transparente sabemos que a seletividade da aplicação do Kapital exige mais credibilidade da empresas que somente a pirotecnia de marketing ou ações filantrópicas, mas respeito ao social, ambiental e a própria relação alimentada pelo retorno positivo do investimento, pois tudo isso depende de sua sustentabilidade para dar continuidade á cíclica evolutiva econômica.

Não podemos exercer essa nova contabilidade utilizando o pífio conhecimento e com ações torpes e débeis, se não houver um UP GRADE qualitativo que possa dar a resposta que o sistema globalizado exige, sentiremos o real significado do prejuízo, resultado negativo, deságio, déficit e análogos, que podem nos transformar em vítimas pela audácia de sonhar sem se capacitar.

Se nos pusermos a refletir sobre a elevação geométrica da população e das oportunidades que se abrem e mesmo assim somos vítimas de um momento positivamente oportuno e não logramos o êxito, por não estarmos preparados para esse tal hiato temporal.

Tempo é irreversível, assim como o ônus do Kapital investido naquela oportunidade.

Lamento que muitos não tenham oportunidade de ler Goethe, Max, e Zeitgeist, mas é essa limitação e sua respectiva ausência de interpretação literal que alimenta sistema atual, ou seja, somos vítimas de nossa pífia educação. 

Quando vivo, somos conhecidos, pelo nome, posição social, marca do carro, pelo imóvel que residia, ou pela conta bancária, quando morto, somente pelo legado deixado por suas ações positivas na sua lápide.

 

Postado dia 31/03/2013 - Fonte: Essência Sobre a Forma


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