COLUNISTAS


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Elenito Elias da Costa

• Formado em contabilidade pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Especialização em Auditoria pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Pós-graduado em controladoria pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Mestrado em Auditoria pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza;
• Analista Econômico Financeiro pelo IBAMAC;
• Instrutor de curso no SEBRAE/CDL/CRC;
• Professor universitário, palestrante e avaliador do MEC;
• Autor de diversos artigos publicados no Brasil e exterior;
• Sócio da empresa Irmão Empreendimentos Contábeis Ltda;
• Autor dos livros Contabilidade - Coletânea de artigos e Contabilidade - Coletânea de artigos Vol. II
• Um dos autores do livro Transparência - Uma visão sistêmica da analise empresarial nos demonstrativos contábeis e financeiros da Editora Fortes.

 


Momento situacionista do seu processo decisório

Por Elenito Elias da Costa

“Na sociedade organizada até o ar que você respira e o espaço que seu corpo ocupa, pagam o tributo devido para manter um projeto de futuro promissor para as gerações futuras.”

O mundo moderno está em crise, ás sociedades discutem seus modelos na busca de encontrar soluções plausíveis que possam atender os anseios de equilibrar os interesses e suas necessidades, o homem que vive no mundo com avanços tecnológicos e progresso situacionista, não observa que está sendo sugado literalmente e se transformando em número estatístico que quantifica a sua existência.

Os investimentos necessários para atender aos eventos no Brasil necessitam de Capital para suas realizações e temo que tais obras sejam realizadas com exigüidade de tempo e recursos e isso poderá influenciar sua segurança e qualidade, estando isso agregado a fatores climáticos que elevam o fator RISCO.

O ano 2013 nos revela uma situação preocupante, haja vista os indícios percebidos e sinalizados no ano 2012, isso nos leva a uma reflexão profissional e responsável desses fatores e como eles poderão influenciar o futuro promissor que todos desejam.

Os sinais e indícios já proferidos merecem um planejamento mais racional e sincrônico diante dessa realidade e temo que poucos estão percebendo com esse fato, e não se consegue visualizar ações retificadoras que possam atenuar tais evidências.

O Estado e seu sistema político buscam qualquer que seja o seu modelo arrecadar receita pública para conter seus programas e investimentos que possam notabilizar essa sociedade, que padece a cada dia sem que tenha a percepção dos fatos de que sua vida será ceifada em tributos.

A Democracia, Socialismo, Comunismo, Monarquia o que nos faz pensar que é essa a grande diferença?

O sistema pode diferir em seus postulados, ideologia, política, mas os fins justificam suas identidades similares.

A liberdade difere sistema por sistema, será que isso é verdade?

Há anos acompanhamos a luta do gato e do rato, um busca arrecadar mais e o outro tenta se esquivar dessa arrecadação, um fiscaliza e cria, sistemas que podem inibir a sonegação fiscal, outro procura encontrar meios de minorar sua importância, um procura maximizar o outro busca minimizar.

A sociedade se torna refém dessa guerra fiscal, achando que participar da economia informa é a solução, mas esbarra na origem dos recursos no ato de legalizar tais recursos junto ao leão.

Os profissionais de contabilidade com sua excelência assim como os professores universitários, procuram de todas as maneiras de reduzir tais impactos através de demonstrações contábeis e financeiras transparente, e de informações tributárias mais céleres, probas e licitas, mas encontram gestões débeis e fúteis que não entenderam o momento especial que o sistema exige.

Contribuintes, sejam pessoas físicas e/ou jurídicas, não entenderam que o sistema exige maior transparência, maior controle interno e principalmente já pune os desavisados que adentram em delitos, tais como gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.

Preocupa-me aqueles gestores das pequenas empresas, que por motivos alhures não conseguem assimilar o momento atual do sistema tributário e fiscal e ainda permanecem cometendo os mesmos, ERROS, DOLOS e INCONSISTÊNCIAS CONTÁBEIS, como prova cabal de sua inépcia, negligência e imperícia, e o mais gritante, acham que não serão descobertos.

A fiscalização virtual não tem sentimento, encontrada uma situação de indébito, gera a notificação e em seguida a sua inscrição para cobrança judicial, sem nenhum sentimentalismo, pois tudo isso é executado pela máquina.

O sistema sabe que existe uma grande SONEGAÇÃO FISCAL, e exercerá sua função independente do resultado conseqüente, pois o mesmo se recupera automaticamente, diante de qualquer prejuízo causador.

Só há uma solução, e isso, derivam da transparência, controle interno e planejamento, alicerçado por profissionais devidamente capacitados e qualificados que possam prover á sua gestão com informações e relatórios que possam agregar valor e reduzir RISCO a sua gestão.

Lamento sensivelmente aqueles que estão com PROBLEMAS, pois esses ainda têm solução se contratarem tais profissionais e se desfazer daqueles que nada agreguem a sua gestão.

Espero que haja um erro sepulcral na minha visão futurística, mas não consigo visualizar um céu de brigadeiro, para o momento atual, mas acredito que possamos ultrapassar esse hiato, mesmo com graves sequelas.

 

Postado dia 01/01/2013 - Fonte: Essência Sobre a Forma


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