COLUNISTAS


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Levi Gimenez

• Mestre em Ciências Contábeis e Financeiras pela PUC São Paulo;
MBA – Investimento e Gestão na Indústria Sucroalcooleira na ESALQ-USP;
• Pós - graduação em Controladoria – FECAP Fundação Armando Álvares Penteado;
• Graduação em Ciências Contábeis - PUC São Paulo;
Co-autor do livro Contabilidade Para Gestores, pela Editora Atlas (2011), com o Prof. Dr. Antonio Benedito Silva Oliveira;
Professor na pós-graduação em Contabilidade, Auditoria, Controladoria e graduação da PUC – Campinas;
• Avaliador do Congresso USP de Iniciação Científica em Contabilidade desde 2009 e de diversas revistas acadêmicas;
Diversos artigos publicados em congressos no Brasil e no exterior;
• Lecionou nos cursos de graduação e pós graduação na UMC – Universidade de Mogi das Cruzes, UniABC e Estácio de Sá;
• Membro-Fundador da Sociedade Brasileira de Finanças, em evento ocorrido na FGV-EAESP em Julho/2.001;
• Membro da ABC – Associação Brasileira de Custos;
• Ocupou cargos de diretoria, gerencia financeira e controller de diversas empresas nacionais e estrangeiras.
• Atualmente é sócio-fundador da Ganas Consultoria e Treinamento Ltda.

 


Melhores práticas para as PMEs

Por Levi Gimenez

O ano inicia-se sob a linguagem internacional de negócios e deverá ser um marco para as PMEs, tanto no Brasil, como em outros países que se comprometeram a adotar a norma. Segundo o último boletim do IFRS 80 países, de um total de 191, segundo a Organização das Nações Unidas, anunciaram ou planejam a adoção. Na América Latina, de um total de 21 países,  43% são signatários: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

A Contabilidade das PMEs é baseada em princípios, assim como todo o IFRS, não há regras detalhadas a serem seguidas, mas uma abertura para vários tratamentos, um pouco mais restritos na Contabilidade das PMEs que no IFRS Completo, que permitem oferecer informação sobre a posição financeira (balanço patrimonial), o desempenho (resultado e resultado abrangente) e fluxos de caixa destas entidades, útil para a tomada de decisão por vasta gama de usuários que não estão em posição de exigir relatórios feitos sob medida para atender suas necessidades particulares de informação.

Com a  aderência às normas internacionais iniciamos uma mudança cultural e de práticas contábeis apoiam o processo decisório dos proprietários e usuários da contabilidade e, concomitante, uma melhoria no controle interno e na gestão, como afirmou Giancarlo Attolini por ocasião da 2ª Conferência Brasileira de Contabilidade e Auditoria Independente do Ibracon – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil: “padrões mais elevados de contabilidade e auditoria melhoram a gestão da empresa”.

A preocupação com os aspectos relevantes de gerenciamento das PMEs levou a IFAC (Federação Internacional dos Contadores) a elaborar um guia de denominado “Guide to Practice Management for Small- and Medium-Sized Practices”, cuja terceira edição foi disponibilizada em dezembro/2012 no endereço eletrônico: http://www.ifac.org/about-ifac/small-and-medium-practices-committee.

Em princípio, o guia foi elaborado para profissionais de contabilidade, objetivando melhorar a gestão e a eficiência operacional. Tem como escopo melhorar a rentabilidade, competência e eficiência prática na gestão das empresas, bem como, preparar o contador para prestar assistência prática aos empreendedores e gestores.

As empresas ao atingirem determinado porte precisam imprimir confiabilidade as suas demonstrações financeiras, tarefa executada pelos auditores independentes que usam procedimentos técnicos com a finalidade de verificar a adequação de atos e fatos contábeis.

Sob os aspectos da contabilidade as grandes empresas de auditoria independente, denominadas de Big Four (PricewaterhouseCoopers, Deloitte & Touche, Ernst & Young e  KPMG), tem se movimentado ao redor do mundo para elaborar guias de aperfeiçoamento sobre IFRS/PME, contudo esta é uma oportunidade para as firmas de auditoria de pequeno e médio porte, desde que implementem as ISAs (normas internacionais de auditoria) de forma rápida e com qualidade.        

O IBRACON atualmente conta com mais de 120 empresas associadas, quase todas pequenas e médias empresas que muito podem contribuir para o crescimento das PMEs.

Neste artigo o conceito utilizado para PMEs é oriundo da Lei 11638/07 onde são consideradas como empresas de pequeno porte, aquelas com ativos inferiores a 240 milhões no exercício anterior e/ou receita anual inferior a 300 milhões).

Postado dia 01/01/2013 - Fonte: Essência Sobre a Forma


Comentários:


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Irineu Sousa Cordeiro

Contador
Sete Lagoas - MG
Membro desde: 13/08/2012
No meu escritório mais de 90% dos clientes são pequenas e médias empresas. Acredito que com a implantação de IRFS para PMEs, teremos mais confiabilidade das informações. A classe contábil precisa se atentar para a importância desse tema. Muito bom o seu artigo, parabéns!

Dia 24/02/2013 às 21:50:05


Reinaldo Pereira Santos

contador
São paulo - SP
Membro desde: 01/04/2012
O IFRS beneficiará muito as PME's, pois exigirá mais empenho das empresas e também maior profissionalismo dos empresarios.

Dia 28/01/2013 às 13:23:12


Ronnie de Sousa

Profissional de Contabilidade
São Paulo - SP
Membro desde: 03/04/2012
Com a aderência às normas internacionais de contabilidades pelas chamadas PMEs surgiu uma excelente oportunidade às pequenas empresas de Auditoria.

Dia 12/01/2013 às 13:16:52


Antonio Siqueira

Auditor e Consultor Empresarial
CURITIBA - PR
Membro desde: 31/05/2012
Parabéns pelo artigo.

Dia 09/01/2013 às 15:12:39

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